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Star Wars: Os Últimos Jedi | CRÍTICA SEM SPOILERS

Hoje nós viemos conversar sobre a estreia de Star Wars: Os Últimos Jedi. Claro que totalmente sem spoilers!

Com certeza esse foi um dos filmes mais aguardados do ano, e as expectativas estavam batendo no topo. Eu e Eric assistimos apenas ao primeiro trailer, para evitar spoilers em excesso – já que os trailers estão entregando muito dos filmes. Então, estávamos neutros quanto ao que esperar.

Star Wars: Os Últimos Jedi

Nós dois concordamos que é um filme incrível! Muito incrível mesmo.

Amamos todos os minutos. As cenas são lindas, muito bem construídas, os personagens são muito bem trabalhados – consertando os problemas de O Despertar da Força. A trilha sonora é usada como recurso narrativo durante todo o tempo, de maneira genial. É aquele Star Wars que gostamos, cheios de ação e blasters e sabres de luz, com muito fan service, com muitas manobras de nave. Millenium Falcon, Chewbacca, monstrinhos fofinhos, droides, troopers…

Os diálogos são cheios de significado, a trama tem uma motivação intensa e compreensível. Finalmente, Kylo Ren se desenvolve como vilão, larga a máscara meio paspalha e toma atitudes por si mesmo. As cenas com a Leia são carregadas de emoção. Se prepare pra chorar. Nós choramos bastante HAHAHA

Enfim, estamos realmente considerando a possibilidade de ser o melhor filme Star Wars dentre os 9 já feitos. Eu preciso ver mais algumas vezes pra garantir que realmente seja melhor que Rogue One. Mas concordamos que é um dos melhores do ano, com toda certeza.

Fizemos um vídeo bem bacaninha contando o que achamos desse Star Wars: Os Últimos Jedi, totalmente sem spoilers. É só dar o play.

E hoje é o último dia pra participar do sorteio maneiraço de um livro O Código do Caçador de Recompensas, do Star Wars, e uma miniatura de um Tie Fighter. Totalmente grátis. Nós mandamos pra sua casa! <3 Pra saber o que fazer, clica AQUI que hoje É O ÚLTIMO DIA! CORRE!

E você, o que achou do filme? Já assistiu? Se sim, do que você mais gostou? Se não, pretende ir ver?

Conta pra nós sua opinião! É isso que nos move! Saber o que você pensa é a coisa mais importante pra mim!

Beijos <3 Até a próxima!

 

 

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O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald | RESENHA

Hoje nós vamos conversar sobre o clássico americano O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald – que relata de maneira sublime e crua os excessos da década de 20, o sonho americano, o jazz e a certeza que a vida é uma festa sem fim.

Nick Caraway se muda pra cidade grande a fim de viver plenamente o sonho americano e enriquecer. E acaba ficando amigo de seu vizinho milionário e misterioso – Jay Gatsby. Depois de muitas noitadas regadas a champanhe e libertinagem, essa amizade acaba se estreitando. E Gatsby aos poucos revela a Nick seus segredos.

O Grande Gatsby estava na minha lista de leitura há uns bons 5 anos, e eu sempre protelava. É uma historia muito clássica, da qual eu conhecia o enredo muito superficialmente e sabia que tinha virado filme com o Leonardo Dicaprio. Fim. Não sabia mais nada. Nem o filme eu tinha assistido. Mas resolvi que esse ano eu ia concluir essa missão.

Logo no começo, eu fiquei maravilhada com a escrita de Fitzgerald. Já tinha lido O Curioso Caso de Benjamin Button mas li em inglês, e como foi o primeiro livro que li em inglês, acho que bastante coisa acabou se perdendo. Mas essa edição de O Grande Gatsby da Leya (a de capa verdinha) foi brilhantemente traduzida. E eu fiquei apaixonada com a escrita, com a narrativa, com a construção dos personagens tão delicada através dos olhos do narrador.

“Gatsby acreditava na luz verde, no futuro orgástico que, ano após ano, recua diante de nós. Iludiu-nos antes, mas não faz mal, amanhã correremos mais velozes, estendendo os braços mais além… E em uma bela manhã… E assim avançamos, barcos contra a corrente, incessantemente impelidos de volta ao passado.”

O Grande Gatsby

Em várias sinopses na internet nós podemos ler a respeito de como Nick Caraway odiava os ricaços do tipo de Jay Gatsby e etc e etc. Porém, eu discordo redondamente. Em O Grande Gatsby nós temos um típico bromance, uma história muito bonita de uma amizade que se desenvolve; e um amor antigo que parecia perdido. Nick faz de tudo que pode para ajudar e acobertar Gatsby, e é o único que permanece a seu lado no final. Como ele é o narrador, só conhecemos Gatsby por seus olhos, e ele narra a história do gangster milionário com muita ternura e carinho.

“Era um desses raros sorrisos que trazem em si algo de segurança e de conforto; um desses sorrisos que você encontra umas quatro ou cinco vezes em toda uma vida vida. Um sorriso que parecia encarar todo o mundo, a eternidade, e então se concentrava sobre você, transmitindo-lhe uma simpatia irresistível. Era um sorriso que o compreendia até o ponto em que você queria ser compreendido, acreditava em você como você gostaria de acreditar em si mesmo e lhe garantia que tinha de você a impressão mais favorável que você teria a esperança de comunicar. E, exatamente nesse momento, ele se desvaneceu.”

 

A névoa de mistério que Fitzgerald cria em torno de Gatsby no começo do livro é genial porque eu fiquei com a história agarrada na minha pele. Eu ia trabalhar pensando nessa trama, eu almoçava pensando nela e eu sonhava com ela, até concluir. E ainda assim, eu fiquei com a história na cabeça por dias inteiros mesmo quando já estava lendo outras coisas.Fazia muito tempo que um livro não mexia tanto comigo, que não me convencia a níveis tão intensos. Que delícia isso, cara!

Os Personagens de F. Scott Fitzgerald

As mulheres da história também são muito marcantes e cheias de personalidade, sendo peças chave para as tragédias que se desenrolam. São as famosas melindrosas, cheias de pó de arroz no rosto e no colo, fumando elegantemente cigarros em suas longas piteiras. Vivi uma relação intensa de amor e ódio com Daisy Buchanan e Jordan Baker. Ora amava, ora detestava, ora queria morder o nariz delas de nervoso. Mas fiquei de boca aberta com a força dessas personagens, e com o poder delas sobre a trama. 

Por outro lado, impossível não cair de admiração por Jay Gatsby e Nick Carraway – principalmente por este último, visto que ele é o narrador e a conexão que Fitzgerald estabelece entre nós é tão forte, que é como se estivéssemos imersos no mundo dele, vendo pelos olhos dele, e sentindo o que ele sentia. Esses dois são românticos, sonhadores, sentimentais. Quem não ama?

“Ele estava se equilibrando sobre o para-lama lateral do carro com a agilidade de movimentos que é tão peculiarmente americana e que nos vem, suponho eu, da ausência de trabalho braçal pesado na juventude; e, ainda mais, da graça disforme dos esportes que praticávamos de forma esporádica e nervosa. Esta qualidade se revelava constantemente através de seus modos deliberadamente educados, como uma espécie de ansiedade.”

Nem preciso dizer que recomendo até o último fio de cabelo né? Eu amei a trama, os links que o autor faz com o contexto histórico em que foi inserido, a construção delicada e complexa dos personagens. Amei os recursos alegóricos que ele usa pra explicar a sociedade, a narrativa intensa e bonita, a tradução cuidadosa. Fazia meeeeses que não ficava balançada assim por um livro, e tô sentindo o impacto até agora.

Vai na fé!

Título: O Grande Gatsby
Autor: F. Scott Fitzgerald
Ano: 1925
Páginas: 176 páginas
Editora: Leya

Nota

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Onde Comprar

Se você já leu, e discorda de mim, comenta sua opinião. Eu gosto muito de receber pontos de vista diferentes do meu, é sempre bom debater! Sua opinião é muito importante pra mim e eu aprendo muito com vocês. 

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Beijos <3 Até a próxima!

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Persépolis – Marjane Satrapi | RESENHA

Hoje eu vim conversar com vocês sobre o lindíssimo Persépolis, da Marjane Satrapi. Fazia um tempão que eu estava namorando esse livro, mas nunca achava um preço bom – porque ele é caríssimo. Consegui uma promoção amiga na Amazon, e comprei. Assim que chegou eu já fiquei ansiosa pra ler e passei na frente da minha meta (quem nunca?). Serviu pro meu projeto pessoal, de ler uma autorA por mês esse ano de 2017. E serviu também para o nosso Projeto Lendo o Mundo, visto que a autora é do Irã.

Marjane é uma mocinha de apenas 10 anos quando vivencia a Revolução Islâmica, em 1979. Filha única de uma família bastante liberal, ela se vê obrigada a usar o hijab – o véu islâmico – em uma sala de aula só para garotas. Quando as coisas em seu país vão ficando difíceis e a guerra assola as cidades, Marjane adolescente vai pra Áustria. Passa uns anos morando por lá, sozinha, com famílias desconhecidas. Tenta se adaptar à vida ocidental e liberal. Se envolve com boy lixo, com drogas. Se perde de si mesma e de seus próprios valores.

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Persépolis

No começo, Marjane dá um background de ambientação nos conflitos no Oriente Médio que levaram àquele momento. Eu achei genial porque infelizmente (shame on me) eu não conhecia muito bem os conflitos daquela região, nem as motivações nem os desfechos. E fazendo isso de maneira irreverente, não fica chatinho tipo aula de história. É bem provável que com a ‘didática’ de ilustração de Marjane, eu nunca mais me esqueça. Gandalf também curtiu.

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“Depois que as pessoas se acostumavam, embora as mulheres andassem cobertas da cabeça aos pés, dava para imaginar como elas eram feitas, como se penteavam e até sua opinião política. Claro que, quanto mais uma mulher se mostrava, mais ela era progressista e moderna.”

 

Há um enfoque bem grande nas questões repressivas, de cultura e machismo da época. Marjane, criada em ambiente crítico e liberal, tem muita dificuldade de se adaptar a esse conservadorismo, e de acompanhar a mentalidade da época. Não se encaixa. Porém, quando vive na Europa tampouco se encontra, sendo a árabe entre as europeias, sem lar. Quando volta pra sua terra natal, também não se encaixa, tendo vivido tanto tempo fora. Persépolis é visivelmente o jeito que Satrapi encontrou de caber em algum lugar.

As ilustrações são belíssimas, cruas, em preto e branco. Não há fineza de traços, nem colorismo, nem profundidade. São desenhos simples, em 2D, sem nada demais. Porém dizem muito. Pra mim, as ilustrações grosseiras e escrachadas de Persépolis conta uma história muito mais visceral que o roteiro em si. Fiquei muito admirada.

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Marjane Satrapi

Eu não fazia ideia do que se tratava. Pelo tamanho do hype, esperava certamente uma história um pouco mais rebelde, mais revolucionária. Creio que seja o mesmo sentimento que tive a respeito do Maus: muito intenso, muito tocante, mas não consegui me envolver com o narrador.

Não ter curtido tanto uma história tão amada e idolatrada por 95% da internet é meio chatinho, porque sempre leva a gente a se questionar: será que eu entendi mesmo? Hahahah Mas enfim, não me senti conectada com a narradora. Principalmente pelo fato de ela ser de uma família abastada e ter podido fugir da guerra. Isso meio que me desconectou dela.

Pra mim, Persépolis era uma história de uma mulher iraniana sobrevivendo em um país muito opressor. E de certa forma, é sobre isso. Mas não da maneira rebelde e resiliente que eu havia imaginado. Persépolis é muito mais sobre uma mulher que fez o possível para se encaixar, para agradar. É sobre uma mulher que cresce aprendendo a se misturar e não se encontra mais. É um livro muito mais filosófico e reflexivo sobre o lugar de Marjane no mundo. E muito menos sobre resistir, se rebelar, sobreviver.

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Título: Persépolis
Autor: Marjane Satrapi
Ano: 2007
Páginas: 352 páginas
Editora: Companhia das Letras

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Nota

tres estrelas bad rain

 

Onde Comprar

Se você já leu, e discorda de mim, comenta sua opinião. Eu gosto muito de receber pontos de vista diferentes do meu, é sempre bom debater! Sua opinião é muito importante pra mim e eu aprendo muito com o ponto de vista de vocês. Espero que vocês não fiquem chateados Hahahaha.

Beijos <3 Até a próxima!

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CCXP 2017 | Comic Con Experience 2017 | VLOG

Gente do céu! Nós fomos na CCXP 2017

Vocês conseguem acreditar? Foi louco demais! Tudo aconteceu muito rápido, porque eu estaria trabalhando todo o fim de semana do evento, e quem nos representaria lá seria o Fábio. Só que tudo mudou, Odin abençoou e Sheps + Parzi estavam lá, lindos e plenos, suados e oleosos no maior evento nerd do Brasil!

Pra quem não entendeu, a Comic Con Experience (CCXP 2017 para os íntimos) é um evento brazuca de cultura pop. É projetado no modelo da San Diego Comic-Con e traz novidades dos setores de: jogos, quadrinhos, filmes e TV.

Teve sua primeira edição em dezembro de 2014, e foi trazido ao Brasil pelo Omelete (obrigadinha!). Já é a segunda maior comic con do mundo em público!

Nunca tínhamos ido, por motivos diversos (faltava tempo, faltava grana e sobrava trampo). Mas esse ano, nós conseguimos não só ir nessa CCXP 2017 maravilhosa, como também fomos na BGS 2017.

CCXP 2017

Fizemos um vlog bem maneiro explicando tudo e mostrando as coisas mais legais pra vocês, Vem com a gente!

O evento realmente é épico. Um dos mais organizados que já fomos – e olha que nós temos muitas Bienal na conta, hein? Tem bastante banheiro, sem fila, limpinhos. Tem vários bebedouros que funcionam. Tem muitas opções de alimentação, com bastante mesa, limpas, organizadas – o que é surpreendente, porque a hora de comer sempre é a mais caótica. Mas comida e bebida é super caro, como sempre.

Os painéis internacionais tem legendas no telão – como o do Danai Gurira, no auditório Cinemark. Ou tem fone com tradução simultânea para todo mundo – como o do Austin St. John, no auditório Ultra. E isso é maravilhoso, porque inclui todo mundo que quer participar, afinal ninguém é obrigado a ser bilíngue. CCXP 2017 te venero!

As filas são bem organizadas, e não são tão grandes assim (exceto a da loja do Harry Potter – 2h de espera ou do Game of Thrones – 1h30 de espera). E a melhor parte: os corredores são espaçosos e amplos. Não precisa ficar se acotovelando com os outros pra caminhar pelo evento. Corredores espaçosos = amor sincero, amor verdadeiro.

O que tem pra fazer lá dentro?

  • Lojas: são caprichadas, organizadas e em várias encontramos ótimas promoções (como a Salvat com quadrinhos capa dura, por R$29). Tem de decoração, de colecionáveis, de quadrinhos e livros;
  • Auditórios: com painéis, que são entrevistas e bate-papos ou interações com artistas nacionais e internacionais. Como um painel de dublagem (Dublaralho) com Anderson Gaveta e Affonso Solano;
  • Shows: várias bandas covers se apresentando de graça na praça de alimentação;
  • Artist’s Alley: uma alameda central no evento com vários ilustradores, desenhistas, roteiristas e escritores, geralmente independentes que vendem arte, livros e quadrinhos autografados. Você pode interagir com os artistas, tirar fotos, e conhecer MUITO artista incrível que tem menos visibilidade.
  • Fotos & Autógrafos: um local para interações com alguns artistas, tipo um meet & great;
  • Estandes interativos: estandes de atrações com interações de cenário e vestuário em seu interior. Como o da HBO com cenário e roupas de Game of Thrones, ou da Warner, com roupas e vôo da Supergirl.

O que nós fizemos? 

Visitamos a exposição da Tamashii Nation, com miniaturas dos animes japoneses, um Shenlong gigantesco e um action figure em tamanho real do Ikki de Fênix. Comemos um tanto de coisa – porque a gente é guloso. Participamos do cenário interativo de Westworld, da HBO, e tivemos oportunidade de assistir o trailer inédito da segunda temporada.

Compramos muita arte linda, de muita ilustradora foda. Conversamos com autores independentes e desenhistas sensacionais. Amamos muito a Artist’s Alley, muito mesmo. Melhor parte dessa CCXP 2017.

Participamos do painel com o Arthur Adams, ilustrador e capista mais clássico do Wolverine, Godzilla e X-Men. Do painel Criando um Mundo: ao vivo com Affonso Solano, André Vianco e Leonel Caldela. E do painel de entrevistas com Austin St. John, o primeiro power ranger vermelho

Vimos muito action figure maravilhoso, morremos várias vezes de inveja. HAHAHA. Vários estandes trouxeram uniformes e figurinos reais oficiais dos filmes e séries, cenários interativos pra tirar foto. Babamos, desejamos e filmamos tudo <3

Então é isso, pessoal. Tentamos filmar o máximo possível para quem não pôde ir no evento ter um gostinho de como é. Espero que vocês tenham gostado. Conta pra nós o que vocês acharam, quem foi nessa CCXP 2017, quem não foi, o que faltou, o que mais gostou! A gente tá doido pra saber a opinião de vocês.

Beijo <3 Até a próxima!

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capuz vermelho e os foragidos

Capuz Vermelho e os Foragidos | RESENHA

Um clone malfeito, uma amazona porradeira e um morto-vivo em busca de justiça. É o que temos em Capuz Vermelho e os Foragidos #1 – o novo quadrinho da DC Renascimento

Bizarro, Artemis e Jason Todd formam uma equipe inusitada e a resenha dessa primeira história você confere aqui!

Continuando nossos reviews do arco Renascimento da DC Comics, essa semana temos o ótimo Capuz Vermelho e os Foragidos. Se você quer ver mais reviews sobre esse arco, é só clicar: Hellblazer #1Novo Super-Man #1

Estamos seguindo a diretriz de ler todos os #1 do arco novo. Muitas vezes dá certo e temos uma revista ótima, com histórias interessantes e ilustrações lindas. Algumas vezes dá errado e a gente fica full pistola. Mas de todo jeito a gente vem aqui e mostra pra vocês o que estamos achando.

Capuz Vermelho e os Foragidos

Nesse reboot da história de Jason Todd, ele não é mais tão revoltado e esquisitão quanto antes, mas ainda segue meio perturbado por ter sido assassinado pelo Coringa e ser ressuscitado por Ra’s Al Ghul. Deram uma bela suavizada na carga emocional do personagem, como em todos os outros títulos dessa arco, porém nesse não perde muita caracterização.

Artemis é uma amazona e está na Terra em busca de um artefato sagrado chamado Arco de Rá. Essa arma pode estar sendo usado por nosso vilão com propósitos maléficos. Bizarro, que é um clone mal-feito do Superman e está perdido na vida. Jason Todd se junta a Artemis a fim de ajudar Bizarro e a conter as maldades do Máscara Negra.

Quer saber mais detalhes sobre essa nova aventura promissora de Capuz Vermelho e os Foragidos? Vem com a gente, e solta o play!

Já leram esse quadrinhos? Estão gostando da cara nova desse arco Renascimento?

Conta pra gente! Esse blog é feito pra você, e sua opinião é muito importante pra nós!

Beijo <3 Até a próxima!

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